quinta-feira, 23 janeiro 2020

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Projecto Vitó com dois novos projectos nas áreas de conservação de tartarugas e aves marinhas

O projecto de conservação e uso sustentável dos recursos, Projecto Vitó, já tem a garantia de financiamento de dois novos projectos a implementar nos próximos três anos na área de conservação de tartarugas e aves marinhas.

O director executivo do projecto, Herculano Dinis, disse que o contrato de financiamento do projecto, com duração de três anos, para conservação de tartarugas nas ilhas do Fogo e Brava e nos Ilhéus Rombo deve ser assinado nas próximas semanas, permitindo a realização de um trabalho “com maior dimensão”.

O outro projecto, a segunda fase de conservação das aves marinhas, os preparativos estão a ser, neste momento, ultimados para que o contrato de financiamento possa ser celebrado dentro de dois meses.

Observou que quer no projecto de conservação das tartarugas, quer o de conservação das aves marinhas, têm financiamento assegurado por uma entidade externa a Cabo Verde.

A primeira fase dos projectos de conservação de aves e de tartarugas terminou no final de 2019, e graças ao “excelente resultado obtido”, o financiamento para a segunda fase está garantida, disse o responsável do Projecto Vitó.

Herculano Diniz sublinhou que o financiamento para o projecto de conservação de tartarugas é maior devido ao sucesso da primeira fase, sobretudo no Ilhéu de Cima, que é o quarto ponto mais importante de conservação de tartarugas em Cabo Verde e sítio com maior densidade de reprodução desta especie, razão pela qual há que continuar a garantir a protecção desta reserva.

Neste momento, o Projecto Vitó, que dispõe de um quadro de pessoal composto por 15 pessoas e com técnicos em várias áreas, tem em execução dois projectos, sendo um de conservação das plantas endémicas de Cabo Verde, financiado pelo Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF), cobrindo as ilhas do Fogo e da Brava.

O outro projecto é o de desenvolvimento organizacional do Projecto Vitó, e com a garantia de financiamento dos dois novos projectos esta organização não-governamental vai passar a contar com um pacote de financiamento de quase meio milhão de euros até 2022.

Além disso, o Projecto Vitó, cujo foco principal é a conservação dos recursos naturais, segundo o seu responsável, com apoio da delegação do Ministério da Agricultura e Ambiente na gestão do Parque Natural do Fogo (PNF).

Segundo Herculano Dinis, o projecto está a trabalhar na implementação de dois projectos dentro do Parque, na conservação a nível da flora e da fauna, implementando todo o trabalho de seguimento ecológico que era feito por uma equipa do PNF.

O Projecto Vitó poderá, no dizer do seu director executivo, ser no futuro um parceiro no modelo de gestão, co-gestão ou de apoio à gestão do PNF e por se tratar de uma organização não-governamental  consiga aceder a fundos que o Governo não tenha possibilidade de aceder.

Inforpress/Fim

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