quinta-feira, 17 outubro 2019

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Colaboradores voluntários da Casa das Bandeiras impossibilitados de se deslocaram à ilha do Fogo por falta de transporte

Alguns colaboradores voluntários que anualmente apoiam o festeiro e a Casa das Bandeiras na organização das tradicionais festas do 1º de Maio, estão impossibilitados de se deslocarem à ilha por dificuldades nas ligações entre Praia e São Filipe.

Henrique Pires, da Casa das Bandeiras, informou que esses colaboradores são funcionários e como não conseguiram ligações nos dias 27 (Praia/São Filipe) e 02 de Maio (São Filipe/Praia) decidiram cancelar a participação, estando a organização a recrutar pessoas para ajudar nos trabalhos, mediante retribuição para garantir o nível das festividades.

Este disse que ainda existe um grupo disponível e que a organização está em contacto com a companhia área para possível aquisição de passagem no percurso Praia/São Filipe/Praia.

Apesar deste constrangimento, que vai ser superada a nível local, não obstante isso representar custos adicionais, o responsável da Casa das Bandeiras avança que todos os aspectos estão “bem encaminhados” para a realização de uma festa “de igual ou de nível superior” ao do ano passado, em que se celebrou o centenário do desenterro da bandeira de São Filipe.

À semelhança do ano passado, a partir desta semana, a Casa das Bandeiras vai receber grupos de crianças dos diferentes jardins-de-infância sediados na cidade de São Filipe e arredores, os idosos do lar de dia da organização das mulheres de Cabo Verde e uma ida desta instituição ao lar de idoso Madre Tereza de Calcutá, para proporcionar momentos de festas às crianças e idosos.

Henrique Pires disse que está programada uma sessão de consulta médica a todos os colaboradores da Casa das Bandeiras e seus filhos, que está sendo articulada entre a Casa das Bandeiras e a Delegacia de Saúde, mas também estão programadas palestras sobre “Terapia sacro-craniana como medicina alternativa” em Patim, São Filipe (Cidade), Cova Figueira e Mosteiros, a ser orientado pelo médico Francisco Rodrigues.

A anteceder o arranque da parte tradicional das festas, prevista para o dia 27 com o pilão, a organização tem agendado encontros com cavaleiros e outros grupos de pessoas ligados a organização para garantir uma festa de qualidade crescente.

Sobre o festeiro para o ano de 2019, e que vai suceder a João Marcos Alves Mendes, festeiro deste ano (2018), o responsável da Casa das Bandeiras disse que existem alguns pedidos mas não indicou os nomes porque estão ainda em contacto.

Anotou que, sobre o festeiro, “não haverá problemas” porque se não surgir pessoas interessadas ou se houver desistência das que já manifestaram o desejo, a Casa das Bandeiras vai assumir a realização da festa, garantindo que a “bandeira não será enterrada”.

Apesar de a movimentação ser inferior ao ano passado, por essas alturas, já se sente o “cheiro” das festas que começaram na sexta-feira com a realização de uma conferencia sobre “Património urbano, do inventário à valorização, que desafios” e continuou sábado com festival de Estrela, no Alto São Pedro, e actividades nocturnas no Presídio.

Com Inforpress

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