terça-feira, 17 setembro 2019

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Futebol/Inter-Ilhas: Fogo leva a melhor sobre a Brava vencendo por 3-1 no segundo jogo de hoje

A selecção do Fogo venceu hoje por três bolas a uma a equipa da Brava no segundo jogo da Taça Independência (Inter-Ilhas), disputada no estádio Di Deus, em Ribeira Brava, São Nicolau.

Numa partida, que começou de forma equilibrada, com as duas equipas à procura do golo, o colectivo da Brava foi crescendo na ponta final da primeira parte, tendo chegado ao primeiro golo por intermédio de Fufuco, aos 41 minutos.

Depois de uma falha da defesa do Fogo, o ponta-de-lança conseguiu o tento que colocou em vantagem na partida a equipa da Ilha das Flores, como é conhecida a ilha Brava. O guarda-redes do Fogo, Moleza, conseguiu defender um primeiro remate, mas não conseguiu segurar a recarga.

Na segunda metade do jogo, a ilha do Fogo entrou em campo à procura de uma reacção na partida. Tanto é que aos 6 minutos, Lalo, defesa central que esteve envolvido na falha que originou o golo da Brava no primeiro tempo, estabeleceu o empate, após cruzamento de Kevi, na marcação de um pontapé de canto.

A virada aconteceu aos 16 minutos do segundo tempo, por intermédio de Si. Numa bola metida na grande área adversária Si chuta forte para fora do alcance do guarda-redes da Brava. Estava assim estabelecido o 2-1 para a equipa do Fogo.

Dois minutos depois, Ze Batatinha, de caras com o guardião adversário, só teve de empurrar a bola para as redes da Brava. Trata-se de uma jogada em que ficou claramente à vista a desconcentração do time da Brava.

No final do jogo, o treinador do Fogo, Borja, era um homem satisfeito. “É bom começar a ganhar. Hoje fizemos um bom jogo. Os meus rapazes souberam interpretar o jogo. Fomos mais fortes que a equipa da Brava, portanto, foi um resultado merecido”.

Borja disse ainda que, em todos os jogos da selecção do Fogo, o lema é único: entrar para ganhar.

Já o treinador da Brava, Ludjero Oliveira, afirmou que a Brava esteve melhor na primeira parte, conseguindo marcar primeiro, mas, acrescentou, os erros defensivos cometidos na segunda parte ditaram o desaire da sua equipa.

“O próximo jogo é já amanhã. Não temos nem tempo para descansar, mas esperamos vir preparados para fazer uma boa partida contra o Sal”, finalizou.

No outro jogo do mesmo grupo A, Santo Antão levou a melhor sobre a selecção anfitriã São Nicolau, vencendo por uma bola a zero.

A bola volta a rolar na Taça Independência este sábado. No estádio Di Deus, em Ribeira Brava, jogam Santo Antão e Fogo, a partir das 15:00 e Sal e Brava, a partir das 17:00.

Já a arena Orlando Rodrigues, no Tarrafal, recebe, também este sábado, as disputas São Vicente – Boa Vista e Santiago – Maio, às 15:00 e 17:00, respectivamente.

A Taça Independência, prova da Federação Cabo-verdiana de Futebol, realiza-se de 05 a 16 deste mês, nos dois concelhos de São Nicolau, Ribeira Brava e Tarrafal, e envolve as selecções regionais das nove ilhas habitadas do país mais a Diáspora, que nesta edição vai estar representada pelos Estados Unidos da América.

A prova enquadra-se nas actividades alusivas ao 44º aniversário da independência nacional, que se celebra a 05 de Julho.

As dez selecções estão divididas em dois grupos de cinco: o combinado de São Vicente, detentor da Taça Independência, vai defender o título integrando o Grupo B, juntamente com as selecções regionais da Boa Vista, Santiago, Diáspora (EUA) e do Maio.

O Grupo A é constituído pelas selecções regionais de São Nicolau, Santo Antão, Sal, Fogo e Brava.

São Vicente é a ilha com maior número de títulos conquistados nesta competição, cinco, seguida de Santiago, com quatro troféus, ao passo que Sal e Fogo têm uma conquista cada nas 11 edições já realizadas.

Inforpress/Fim

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