quinta-feira, 01 dezembro 2022

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Quatro horas depois de accionado o barco de recreio “Rabo Junco” transportou dois doentes da ilha Brava

Quatro horas depois de accionado o barco de recreio, “Rabo Junco” assegurou o transporte de dois pacientes da ilha da Brava que necessitavam de ser encaminhados para o Hospital Regional São Francisco de Assis, na ilha do Fogo.

Um dos membros da tripulação e responsável do “Rabo Junco”, Pedro Barros, disse à Inforpress que o pedido foi formulado por volta das 11:00 horas e que uma hora depois a embarcação zarpou do porto de Vale dos Cavaleiros, tendo regressado ao mesmo porto pouco depois das 15:00 horas, um tempo que considera normal, dado que hoje o mar estava um pouco agitado.

Aquando da chegada da embarcação, no porto de Vale dos Cavaleiros, estavam estacionadas duas viaturas do corpo de bombeiros voluntários de São Filipe, sendo uma ambulância e a viatura de combate do incêndio que transportou os dois pacientes, sendo um de maca, dois técnicos de saúde e mais dois acompanhantes para o Hospital Regional São Francisco de Assis, onde deram entrada por volta das 15:30.

Um dos pacientes é um adolescente com um quadro de apendicite aguda que deve ser submetido a uma intervenção cirúrgica e uma grávida.

Esta é a sexta vez que a embarcação “Rabo Junco” presta serviço de transferência de doentes da ilha Brava para a do Fogo.

O “Rabo Junco” é uma embarcação de 15 metros de comprimento e cinco de boca, licenciada para prestação de serviço de recreio e visitas marítimas e está certificado pelo Instituto Marítimo Portuário (IMP) para transportar 15 pessoas, excluindo a tripulação constituída por quatro pessoas com formação na área de navegação no alto mar.

Equipado com dois motores de 400 cavalos cada e que funcionam em paralelo, “Rabo Junco” possui dois quartos, casa de banho, cozinha, um salão e convés.

Todas as vezes que foi solicitada, a embarcação partiu do Porto de Vale dos Cavaleiros, mas os responsáveis do “Rabo Junco” estão disponíveis para, nos fins-de-semanas, que a ilha Brava fica descoberta em termos de navio, em prestar este serviço, podendo, nesta circunstância, deslocar-se à ilha Brava no final de sexta-feira e regressar na manhã de segunda-feira, garantindo assim, em caso de emergência, o transporte de pacientes em menor tempo.

Inforpress/Fim

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