17-11-2018

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ASDE coloca no mercado água engarrafada de “qualidade” e a “preço acessível”

A Associação de Solidariedade para o Desenvolvimento (ASDE) coloca a partir de hoje no mercado das ilhas do Fogo e da Brava água engarrafada “de qualidade e a custo acessível”.

Trata-se da “Água do Fogo – a pureza de vulcão”, engarrafada através de uma unidade de produção contentorizada com capacidade para produzir mil garrafas de meio litro e 700 garrafas de um litro e meio/dia, propriedade da ASDE.

A administradora geral da ASDE, Maria da Graça, disse que esta associação “aposta em tudo que trás desenvolvimento” às ilhas do Fogo e da Brava e de Cabo Verde, de uma forma geral, e que o engarrafamento da água “é só mais um outro projecto neste sentido”.

A marca é “Água do Fogo – a pureza de vulcão”, explica a administradora, indicando que para o efeito a ASDE instalou há dois meses a unidade de produção contentorizada, seguido de realização de testes e exames de qualidade.

Através de amostras enviadas para um laboratório de análise de qualidade na Cidade da Praia que efectuou toda análise química da água e da sua qualidade, dando aval para o seu engarrafamento por ser de boa qualidade.

Com a autorização do Ministério da Industria, a ASDE iniciou a produção com o processo de engarrafamento de água para abastecer, a partir de hoje, os dois mercados das ilhas do Fogo e Brava, que à partida a associação quer cobrir numa primeira fase.

Segundo a administradora geral da ASDE, para além da criação de postos de trabalho, cerca de uma dezena, a associação está, com este projecto, a contribuir para “reduzir um pouco a dependência” que o Fogo e a Brava têm de vários produtos básicos, das outras ilhas, nomeadamente de Santiago.

“Se a ilha do Fogo tem capacidade e tem uma água de qualidade muito boa, porque não aproveitar essa benesse da natureza e apresentar um bom produto à população”, questiona a administradora geral da ASDE.

A mesma fonte indicou que a água é transportada através de camião cisterna de uma das nascentes próximas do perímetro irrigado de Monte Genebra para a unidade de produção instalada na adega de Monte Barro, seguindo todo o tratamento e processo de engarrafamento para comercialização.

O preço, segundo Maria da Graça, é económico e “um pouco mais baixo” do de outras marcas comercializadas nas duas ilhas, uma vez que não há questões de transporte marítima, por um lado, já que a produção é local.

Por outro lado, a associação pretende dar oportunidade para que todos quantos queiram beber uma água de qualidade e tratada possam ter acesso a ela.

A enóloga e técnica de controlo de qualidade, Christine Beisch, explicou que a unidade funciona “de forma simples”, sendo que numa primeira fase faz-se a decantação da água num reservatório externo ao contentor, passando depois por um tratamento, já no interior do contentor, com raios ultravioletas para eliminar as impurezas, seguindo para fase do dimensionamento das garrafas, o seu enchimento, colocação da tampa e etiquetagem.

Segundo a mesma, trata-se de um processo “muito simples” sendo que “o mais importante é o tratamento é a decantação e tratamento da água” para retirar todas as impurezas de modo a garantir “água de qualidade” aos consumidores.

Inforpress/Fim

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