23-10-2018

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Obras de reabilitação do jardim infantil de Piquinho em curso e deverão ficar concluídas em finais de Outubro

As obras de reabilitação do jardim infantil de Piquinho, zona centro de São Filipe, estão em curso e deverão ficar concluídas até finais de Outubro, disse Maria da Graça, do grupo de Mulheres para o Desenvolvimento do Fogo.

A reabilitação desta infraestrutura educativa é feita com os recursos mobilizados através do concerto beneficente realizado no final de Junho e constitui a primeira acção do grupo de Mulheres para o Desenvolvimento do Fogo, que promoveu o espectáculo beneficente a favor dessa infraestrutura do pré-escolar.

O grupo de Mulheres para o Desenvolvimento do Fogo espera poder concluir os trabalhos dentro um mês porque dispõe de meios para executar o projecto de reabilitação dando melhores condições às crianças dessa localidade do interior de São Filipe.

No dia 17 as crianças de Piquinho iniciaram mais um ano lectivo e, segundo Maria da Graça, foram acolhidas provisoriamente em casa da monitora, enquanto decorrem as obras e assim que o projecto for concluído serão transferidas para o jardim reabilitado.

Além dos meios arrecadados no concerto beneficente que contou com “uma excelente participação” do público e “muitas parcerias”, o empresário Braz de Andrade disponibilizou materiais de construção para a reabilitação da cozinha e da casa de banho, o costureiro David Sarto oferecerá as batas para as crianças e o artista foguense, radicado nos Estados Unidos da América, José Pereira “Djudjé” ofereceu ao grupo um quadro para ser leiloado e os recursos mobilizados serão utilizados em prol de outras acções.

Maria da Graça disse que a primeira-dama de Cabo Verde, Lígia Fonseca parabenizou o grupo de Mulheres para o Desenvolvimento do Fogo pela iniciativa e prometeu apoiar este infantário.

O grupo de mulheres para o desenvolvimento do Fogo é constituído por mulheres residentes na ilha e preocupadas com a situação económico-social e de desalento que se vive nesta parcela do território nacional.

Inicialmente constituído por sete mulheres de diferentes sectores profissionais (privado, comunicação social, direito, ONG, turismo, restauração), o grupo acredita que pode motivar outras mulheres de todos os concelhos da ilha a fazer o mesmo, e que juntas podem dar um “contributo válido” ao desenvolvimento do Fogo, que é “a ilha mais pobre de Cabo Verde”, segundo um dos integrantes do grupo, Maria da Graça.

Inforpress

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