22-10-2018

Quase a 18 km da Cidade de São Filipe, a muito curta distância da povoação de São Jorge, quase sendo, aliás, o seu prolongamento, encontra-se o magnífico e único complexo rochoso e balnear de Salinas. Quem foram os artífices de tal maravilha? De onde provieram a arte e o engenho que conceberam e fizeram surgir uma das piscinas naturais mais belas de Cabo Verde?

Por um lado, o vulcão Monte Preto cuja escoada lávica invadiu o espaço reservado ao mar só se detendo centenas de metros adentro; por outro lado, o mar e o vento que, numa acção conjugada e não menos incessante labor de milénios, fizeram surgir, pontes, abobadas, arcos caprichosos, tuneis e canais, num labirinto fascinante inexplicável na sua beleza. Lugar de convergência e de convívio, espaço de inspiração literária e musical, também lugar de festa popular que anualmente, a 18 de Maio ali se realiza, ponto turístico obrigatório e, finalmente, praia piscatória, Salina é indubitavelmente um dos monumentos naturais mais conhecidos da ilha do vulcão.

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Um espaço privilegiado de convívio, de diálogo, de divulgação de opiniões acerca de tudo o que tem a ver com a Ilha do Fogo; um canal de ligação e de “mata sodadi” de todos os foguenses espalhados pelo mundo fora e que se preocupam com o desenvolvimento do seu torrão natal. (Editorial)